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EMIGRAÇÃO: A HORA DO PRETO NO BRANCO

Atualizado: 6 de set. de 2022



Passada a primeira fase que chamo de autoconhecimento – o porquê queremos emigrar e nosso estilo de vida atual – e a fase de clarificar se há compatibilidade entre este quadro formado e o que vamos encontrar no país de destino – neste caso Portugal – deveremos aterrar e começarmos a trilhar os aspectos práticos. Tudo começa em como vamos viabilizar a nossa permanência legal, a chamada residência civil, em Portugal. Podemos conseguir a cidadania portuguesa, por algumas das formas conhecidas? Teremos que nos submeter à obtenção de visto? Qual o melhor caminho para fazê-lo? Qual o processo mais adequado e os documentos exigidos? Saltar esta etapa e se lançar ao país, é introduzir stress e riscos adicionais e desnecessários. E entrar na ilegalidade.

Para isso, entendemos ser fundamental a orientação de advogados especializados. Estamos falando do suporte legal à emigração e toda a miríade de documentos e processos jurídicos e fiscais inerentes.

Ao mesmo tempo, há que se fazer um rígido plano financeiro. Uma planilha detalhada de custos e receitas potenciais, para uma análise financeira adequada deste movimento familiar. Nela deverão constar os custos relacionados ao processo legal, à desmobilização da vida no Brasil, a viagem da família, os investimentos necessários à instalação em Portugal. E mais, o capital de giro para financiar o período que antecede a entrada adequada de receitas e uma previsão conservadora do início dos ganhos da atividade a ser exercida em Portugal.

Se para a fase da obtenção da residência civil aconselhamos os serviços de um advogado, neste caso entendemos ser fundamental o apoio local em Portugal. Alguém que ajude a família a estruturar estas contas.

A minha experiência mostra que os custos destes serviços raramente passam dos 5% do valor global de custos estimados do processo de mudança sem orientação. Representa na prática, por conta de uma melhor negociação local, uma redução de 15 % dos gastos que seriam assumidos, sem esse apoio, além de evitar uma grande quantidade de erros provocados pelo desconhecimento dos usos e costumes. Estamos falando em decisões mais adequadas.

Este apoio local é transversal a todo este processo, iniciando logo na 1ª fase, e só deverá terminar após uns 30 a 60 dias da chegada a Portugal.

Só a guisa de exemplo, temos o aluguel ou compra de residência, indicação de escolas e academias, conexão ao sistema público de serviços, dicas de costumes locais, aquisição de carro, montagem de casa, seguro saúde, contas bancárias, dentre uma infinidade de outras orientações, dependo dos casos específicos

Além de apresentarmos a melhor escolha, este apoio local agiliza a integração, deixando as pessoas disponíveis mais rapidamente para a busca do trabalho ou montagem do seu negócio.

Aproveitar a experiência de alguém local – numa relação profissional – é sábio, prudente, acelera a integração, evita erros e custa pouco.


Setúbal, 22 de agosto de 2022


Renato Leal

Fundador e Coordenador da Plataforma Portugalsim

+351910937387

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